Centenas de cidades pelo Brasil dependem de apenas uma atividade local preponderante e que as sustenta economicamente; Manaus é uma delas, e, portanto, contar com a inteligente Zona Franca de Manaus como atividade preponderante é um fator positivo precioso.
Com seus objetivos inseridos na Constituição Brasileira, a Suframa padece de autonomia financeira e administrativa para exercer com mais efetividade a um dos propósitos fundamentais da Constituição do Brasil, “erradicar a pobreza, a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais”, aquele que mais se agravou ao longo dos últimos anos.
Abraçar a Zona Franca de Manaus, e aplicar parte substantiva de seus recursos na região, significa conferir dignidade às populações locais, geração de recursos para proteger a floresta, implantar polos robustos de biotecnologia, de tecnologia da informação e da comunicação, conferindo aos jovens desta geração oportunidades do protagonismo para desenvolver atividades econômicas sustentáveis para realização profissional e pessoal de cada um e para ajudar o Brasil a deixar o atraso.
Integrante destacado do setor varejista e industrial, Azevedo vai ser encontrado sempre e com singular dedicação nas reuniões do que era chamado de Santa Aliança, a gestão articulada do setor privado do Amazonas através de suas lideranças nas entidades de classe. Era neste contexto que José e também Antônio Azevedo passaram a atuar em sintonia pela integração no setor privado, insistindo sempre na necessidade de interiorizar o desenvolvimento como o melhor modelo e estratégia de preservação/conservação da Amazônia.
Na área ambiental, a Electrolux tem destaque com a Certificação Zero Aterro, reconhecimento alcançado em todas as operações no ano passado na América Latina e adota práticas de gestão de resíduos, compostagem e carbonização, com mais de 99% dos resíduos destinados ao reaproveitamento ou reciclagem. A marca está presente no Dow Jones Sustainability Index e é membro-fundadora da ABREE - Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos.
A batalha é antiga, porém incessante. Dois desses programas estão rodando a duras penas e dependem da burocracia para decolar. Já poderiam ter alcançado as estrelas. Um deles é o de Bioeconomia - nossa vocação natural - e o outro, base da indústria 4.0, é Tecnologia da Informação e da Comunicação. Trata-se de uma teimosia fecunda e promissora saída, se nós, os nativos e os chegados, em mutirão, resolvermos fazer mais por nós mesmos.
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.