Esperamos que de fato a reforma tributária gere ganhos significativos sobre a produtividade e a renda, elevando o potencial de crescimento do país. Que seja também feita a simplificação do sistema, que onera em demasia as empresas, e eliminada a multiplicidade de leis, por fim que seja procedida a desoneração dos investimentos e das exportações.
“Trata-se de uma cruzada cívica, amazônica, democrática, climática, e global, para assegurar o resgate da Amazônia e de nossa gente, propiciando-lhe, em estado permanente, emprego, renda e oportunidades de produção industrial adicional e sustentável de fármacos, dermocosméticos e alimentação funcional, uma revolução/pacificação do país pelo conhecimento e distribuição dos benefícios desta esfinge florestal, natural e libertária”.
“A economia da Amazônia precisa, indubitavelmente, de seus representantes parlamentares para comandar suas instituições estratégicas - como a Superintendência da Zona Franca de Manaus -, com a sensibilidade humana e econômica rigorosamente à flor da pele, norteando seus atos para enfrentar os anti-Amazônia, os pró-destruição da floresta e de seus povos.”
"A atividade econômica do Amazonas já existente atualmente com as fábricas de artigos da floresta como medicamentos, cosméticos e alimentos, por estarem em sua grande maioria atreladas aos incentivos fiscais e até cadastradas na Suframa, fazem parte da ZFM e, portanto, não são Novas Matrizes Econômicas."
Uma mulher dedicada ao interesse público, muito qualificada e atenta aos desafios da Amazônia: Ana Maria Oliveira de Souza, economista que atua na Superintendência da Zona Franca de Manaus, no espinhoso desafio de administrar os incentivos fiscais em prol do desenvolvimento. Pois bem, esta destacada personalidade foi escolhida pelo novo ministério da Indústria e Comercio, como alguém que, reconhecidamente, conhece a autarquia como poucos e reúne as condições de gestão da Superintendência. Confira a entrevista.
Amazônia
O professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Henrique dos Santos Pereira aponta, em entrevista à coletânea Entre o passado e o futuro (Valer) os porquês do fracasso do projeto Zona Franca Verde
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.