“A mobilização de atores públicos e privados em resposta ao risco de vazante dos rios na região amazônica, especialmente em torno do polo industrial de Manaus, é uma questão crítica que requer atenção imediata e ação coordenada. Parcerias e planejamento conjunto. De quebra, essa mobilização terá garantias previas de bons resultados.”
Seja agora na regulamentação da reforma tributária, seja após as normas já tiverem sido aprovadas. Se assim não for, a Amazônia não será habitat muito receptivo aos nossos filhos e netos, que são os que estarão vivos em 2070.
Paulo Haddad, ex-ministro do Planejamento e renomado economista, lança uma série de crônicas digitais gratuitas que mergulham nos desafios e oportunidades da economia do país, com ênfase na sustentabilidade da Amazônia.
O DL 288 foi um experimento que tentou produzir um resultado artificial e conseguiu ter sucesso em diversas medidas conforme o contexto que se analise, mas jamais conseguirá converter Manaus ao perfil geopolítico do ABC. Milhares de cidades brasileiras almejam ter um polo industrial no formato do PIM ou um polo industrial semelhante ao do ABC paulista, para serem deles dependentes.
“As exigências operacionais da viabilidade são fundamentais para destravar este potencial econômico, garantindo que o guaraná continue a ser um símbolo de vitalidade, no desfile da economia da vida ou da bioeconomia da sustentabilidade Amazônia.”
O plano visa a “neoindustrialização” e objetiva interromper e reverter a desindustrialização precoce que afeta o Brasil há bastante tempo. Para isso, serão buscadas novas bases e práticas produtivas que sejam sustentáveis, digitais, inclusivas, inovadoras tecnologicamente e vocacionadas também para a conquista do mercado externo.