Em um movimento estratégico para fortalecer as relações bilaterais, o vice-presidente do Brasil, Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e...
As cadeias produtivas de Manaus estão fortemente dependentes de uma estrutura de suprimentos global e ainda não temos forte conteúdo de insumos locais. Então,...
Por Roberto Rockmann - Reporter Brasil
Mais energia eólica ou mais termelétricas a carvão? Decisão do futuro presidente sobre como o país deve expandir sua geração...
Julia Moióli | Pesquisa para Inovação
A palha da cana-de-açúcar, biomassa de baixo custo utilizada na produção de etanol de segunda geração, pode originar um...
“O Brasil ainda precisa compreender o que é a Amazônia”.
Por Edson Rossi
Preconceito. Para Luiz Augusto Barreto Rocha, empresário do setor têxtil e presidente do...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.