“Precisamos de projetos para a região, mas do que brechas para mais destruições. Chega de legalizar a grilagem e de achar normal as queimadas. Precisamos ficar indignados com a queimada e com o pasto improdutivo invadindo o Amazonas. Mais do que novos latifúndios, precisamos ter novas cadeias produtivas sustentáveis. Entre agosto/2020 até julho/2021 o Amazonas aumentou em 35,43% o desmatamento em relação ao ano anterior e 158% em relação a 2017/2018, segundo dados do INPE.”
Não podemos, é importante sublinhar, seguir esperando que a União nos enxergue como alternativa sustentável de prosperidade regional e nacional. Nem esperar nem contar com a possibilidade de apoio financeiro para os projetos e programas, tanto os que estão desenhados como os que estão rodando. Não há melhor caminho do que o protagonismo de quem produz riqueza e propõe paradigmas de sustentabilidade e de prosperidade para o futuro da Amazônia.
A Amazônia é a metade do território nacional a qual temos dado as costas e debatido muito pouco. Seria muito interessante darmos vozes a esse debate. O documento contextualiza o tema, mostra a importância da Amazônia entrar no centro do debate nacional seja pelas discussões de mudança climática, seja pelas discussões do mundo, da nova economia e do mundo pós-pandemia, seja pelos potenciais da bioeconomia e biotecnologia ou na necessidade de segurança jurídica.
Obra feita pela concessionária Águas de Manaus garante abastecimento em área que não possuía redes regulares. Famílias vizinhas também passaram a receber água tratada...
E aqui não se trata de lobby para assegurar vantagens sem sentido. Ficaram fora os programas como o Simples, a Zona Franca de Manaus e isenção dos produtos da cesta básica e o financiamento estudantil para alunos do ensino superior. Ou seja, de fomento ao empreendedorismo, à redução das escabrosas desigualdades regionais, de suporte aos programas sociais e amparo aos estudantes de baixa renda que não tem acesso à escola pública de nível superior.