Óleos naturais, cafés regionais e o tradicional tucupi foram alguns dos exemplos comentados dentre os diversos produtos oriundos de projetos desenvolvidos e apoiados localmente.
Preparar pessoas para os desafios econômicos, sociais e ecológicos da Amazônia do século 21, é a proposta que a Academia Amazônia Ensina (AAE) defende como modelo de negócio de impacto.
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta.
A ideia é criar um mercado escalável para o primeiro café orgânico ‘made in Amazon’, aumentando a quantidade de produtores de 40 para 200 nos próximos três anos, podendo chegar a mais de 500 no longo prazo.
Do coração da selva, são mais de mil quilômetros, por estradas precárias e rios, até os produtos chegarem a Manaus e dali partirem para os centros consumidores dentro e fora do Brasil.
Na próxima quinta-feira, 17, o Idesam e a Página22, em parceria com uma série de instituições, realizarão mais um evento em sequência de uma Série de debates sobre a Nova Economia da Amazônia. Desta vez, o tema abordado será Biotecnologia e Inovação: Como promover investimentos em P&D e Negócios Disruptivos.