A ideia é criar um mercado escalável para o primeiro café orgânico ‘made in Amazon’, aumentando a quantidade de produtores de 40 para 200 nos próximos três anos, podendo chegar a mais de 500 no longo prazo.
Do coração da selva, são mais de mil quilômetros, por estradas precárias e rios, até os produtos chegarem a Manaus e dali partirem para os centros consumidores dentro e fora do Brasil.
Na próxima quinta-feira, 17, o Idesam e a Página22, em parceria com uma série de instituições, realizarão mais um evento em sequência de uma Série de debates sobre a Nova Economia da Amazônia. Desta vez, o tema abordado será Biotecnologia e Inovação: Como promover investimentos em P&D e Negócios Disruptivos.
Como diz Denis Minev, um de seus conselheiros, “O IDESAM tem dado alguns passos para desenvolver uma Bioeconomia um pouco diferente, uma Bioeconomia que não toca nem depreda a floresta, mas retira a inteligência a partir da floresta para desenvolver outros produtos e outras frentes empreendedoras”.
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.