“Somente com o apoio e a compreensão de todos poderemos reconstruir um modelo de desenvolvimento da indústria nacional, com planejamento adequado, sem deixar nenhuma...
Fevereiro teve 107.046 unidades produzidas, o melhor resultado para o mês desde 2015
As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus – PIM fecharam o...
Segundo Paulo Feldmann, desempenho da economia é preocupante e saídas dependem de uma boa política de geração de empregos com investimento estrangeiro
O Produto Interno...
”…fragilidade jurídica da ZFM, tema que, entra década e sai década, não é assumido por nenhuma autoridade ou entidade amazonense…”
Juarez Baldoino da Costa___________________________
Uma edição...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.