A autora do pedido de tutela provisória afirma que a interrupção no fornecimento colocaria em risco a vida de pacientes, além de representar uma quebra do contrato em vigor.
Com indústria, infraestrutura, ciência e biodiversidade, o Amazonas pode transformar a segurança jurídica conquistada até 2073 em uma estratégia duradoura de desenvolvimento, geração de renda e integração regional.