Para especialista, no entanto, ela é mais uma “medida cosmética” para tentar maquiar a tão combalida gestão ambiental do atual governo. Esta é a segunda grande reestruturação no órgão em 20 meses.
Unidades de Conservação fazem mais que armazenar carbono. Possibilitam uma economia do conhecimento da natureza, com inovações tecnológicas e resgate dos saberes tradicionais. Mas há quem só pense em agronegócio.
Em coletiva, vice-presidente reconhece erros do governo no combate ao desmatamento em 2019 e afirma que prioridade é tentar reverter imagem negativa do país no exterior após crise das queimadas na Amazônia.