No momento em que se vive o fantasma e o desespero por criação de novas fontes de recursos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, torna-se importante e relevante, demonstrar o que já existe, e das nossas dificuldades em gerir recursos com seriedade e responsabilidade.
Para especialista, no entanto, ela é mais uma “medida cosmética” para tentar maquiar a tão combalida gestão ambiental do atual governo. Esta é a segunda grande reestruturação no órgão em 20 meses.
Unidades de Conservação fazem mais que armazenar carbono. Possibilitam uma economia do conhecimento da natureza, com inovações tecnológicas e resgate dos saberes tradicionais. Mas há quem só pense em agronegócio.
“A reforma tributária altera a distribuição das receitas e exige que governo, prefeituras e setor produtivo organizem desde já o financiamento do desenvolvimento nos municípios”.