O Conselho de Segurança Alimentar foi extinto no primeiro dia do governo Bolsonaro, há 4 anos atrás. Em paralelo a isso, por ingerências e contingências, a fome teve enorme aumento.
Um tempo de renovação das esperanças, seja em ver o Brasil campeão do mundo, seja em escolher representantes que possam fazer a diferença na vida dos brasileiros, principalmente no que se refere a combater o problema da fome.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
O acordo União Europeia–Mercosul não inaugura apenas um novo corredor de oportunidades comerciais. Ele inaugura, sobretudo, um novo mapa de exigências — um conjunto de filtros técnicos, ambientais, reputacionais e regulatórios que passa a funcionar como “alfândega invisível” do século XXI. A Zona Franca de Manaus, que historicamente se construiu como solução nacional para um problema regional, precisa agora se preparar como solução regional para um problema global.