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S.O.S. MANAUS – “Solidariedade, uma razão de ser e um sentido precioso de viver”

“Precisamos robustecer essa corrente. E com ela abraçar Manaus, sua gente esquecida, ribeirinhos, as populações indígenas, os moradores da sua imensa periferia, os refugiados, os moradores de rua, os desempregados e os ambulantes. Em contrapartida, nós lhes oferecemos a melhor de todas as sensações, aquela que nenhum dinheiro do mundo paga, a sensação do dever cumprido e a alegria que a solidariedade representa, ou seja, uma razão de ser e um sentido para viver.“

Afinal, o que significa representação parlamentar?

“ Como arautos de nossa segurança jurídica, os parlamentares do Amazonas se engajaram nas comissões e tarefas necessárias ao resguardo da Economia, aqui escrita em maiúsculas para ilustrar a seriedade com que deve ser tratado o pão-nosso de cada dia, o Polo Industrial de Manaus, nossa galinha dos ovos de ouro.”

BR-319, tragédia ou farsa ambiental? Parte II

Os argumentos da prosopopeia ambiental, portanto, são risíveis, pois a estrada seria a melhor maneira de evitar a depredação e brecar outras atividades ilegais. Proteção e integração foram os pilares originais do conceito e valor que deram origem BR-319 e à própria Zona Franca de Manaus no governo que as implantou há quase 50 anos. Com efeito, não há outro meio de resguardar um estoque natural sem lhe conferir base econômica.

“Pouca coisa evoluiu na Amazônia em mercado de carbono”, diz Niro Higuchi

O Brasil é o último reduto abundante na oferta de produtos florestais e serviços ambientais do planeta. Este potencial permanece deitado em berço esplêndido à espera de uma política robusta de quem queira abraçar a vocação do Manejo Florestal Sustentável-MFS da Amazônia e de REED(*). Trata-se de um formato, parodiando o Mestre Samuel Benchimol, teoricamente viável, ambientalmente sustentável, economicamente lucrativo e socialmente promissor. E quando se fala que esta modelagem de negócios é ambientalmente sustentável isso significa que conserva e, mais do que isso, robustece os parâmetros florestais. Quem diz isso é a ONU, certamente inspirada e baseada num dos mais respeitados pesquisadores em Ciências Florestais de seus quadros e do planeta: NiroHiguchi. Nessa entrevista, ele comenta os equívocos, anota oportunidades perdidas, prevê que o Brasil não vai cumprir compromissos do Acordo do Clima e sugere algumas pistas legais para que a evolução do desenvolvimento sustentável aconteça. Confira!

“Amazônia: chegou a hora da Bioeconomia”, diz Everton Cordeiro, chefe-geral da Embrapa Amazonas

“A Bioeconomia está atrasada na Amazônia há mais de um século, mas, felizmente chegou sua hora”, diz o pesquisador

Amazon Tech na Floresta – Bioeconomia, Seguranca e Saúde serão os focos da parceria Brasil-Israel

Trata-se da realização de uma parceria sempre esperada e desejada pelo setor privado, comunidade científica e gestores públicos.

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