“Somos e estamos vulneráveis, como ilustra a redução das alíquotas de importação de bicicletas e a redução de 10% nas NCM’s dos eletros eletrônicos. Portanto, está em nossas mãos salvar ou esvaziar a ZFM.”
“O protagonismo nativo, portanto, já poderá desenhar projetos e programas e exigir as verbas a que tem direito para soltar a imaginação e os propósitos de diversificação industrial, não a desindustrialização irracional que pretende reduzir o Brasil a mero exportador de commodities”.
Esta é uma estória sem agá nem pudor, com capítulos sombrios e numerosos, que suprimem ou adiam empregos, oportunidades, a diversificação da produção, maior distribuição da riqueza que, ironicamente, quando gerada, é abocanhada pelo poder público, o mesmo que engasga seu desabrochar.
“Além da Bioeconomia, vários novos negócios estão rodando. Precisamos nomeá-los, priorizar os mais promissores e financiar outros para que peguem vento. Sem conflito nem confronto”.
“A contrapartida fiscal da ZFM não pode ser incluída entre os beneficiários da renúncia fiscal do Brasil, algo em torno de R$320,8 bilhões, pois se trata de uma política de Estado, visando a redução das desigualdades regionais.”
“Em agosto de 2019, quando esteve em Manaus com o presidente da República, o ministro Paulo Guedes foi enfático ao propor a transformação do Polo Industrial de Manaus numa referência mundial de negócios da Bioeconomia, em função da pujança de nossa biodiversidade. Sabe o que foi feito nessa pretensão? Melhor não responder.”