A Amazônia tem potencial para ser o "Vale do Silício" do Brasil, com cadeias produtivas voltadas para a inovação e a chamada bioeconomia, a economia baseada na biodiversidade.
Além da seringueira, temos mais de 1/5 dos princípios ativos da diversidade biológica do mundo. Certamente, em nossa floresta, estão as respostas para todas as doenças, necessidades e vaidades humanas.
O Estadão relata o agregado das queimadas amazônicas neste ano: de janeiro até agora, 65.362 focos de incêndio foram registrados na floresta, o que representa 73% do total registrado nos 12 meses de 2019, quando foram contabilizados 89.176 focos.
Carta de pesquisadores brasileiros publicada na Science contesta a dissociação entre desmatamento e queimadas usada como argumento pelo governo Bolsonaro.
Um estudo publicado pela revista Nature nesta semana mostrou que processos de degradação florestal, nos quais a floresta é parcialmente destruída, já afetam uma área maior da Amazônia brasileira do que o desmatamento em si.