Reações ao estudo publicado na revista Science, mostrando a ilegalidade na agropecuária brasileira, confirmam as “maçãs podres” do agronegócio mencionadas no título do estudo. Parte do setor prefere atirar no mensageiro ao invés de acolher os fatos e buscar soluções pautadas na ciência e no diálogo construtivo.
O desmatamento no bioma amazônico brasileiro atingiu 4.749 quilômetros quadrados – uma área pouco maior que três cidades de São Paulo juntas – no período de janeiro a julho de 2020.
“Uma coleção de startups, com alocação de investimentos privados para a exploração responsável do bioma da região precisa ser realizada, com a junção de empresas farmacêuticas do mundo com capital e conhecimentos locais.”
Com ilustrações e histórias em quadrinhos, informações históricas, geográficas e curiosidades, a publicação mostra que, diferente do que se pensa, a ocupação do território amazônico não começa com os colonizadores.
Desmatamentos, vulnerabilidade de povos indígenas, possibilidade de aparecimento de novas doenças, urbanização precária: cenário, que se degradava rapidamente com governo Bolsonaro, piorou na pandemia. Mas é possível transformá-lo.
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.