Preparar pessoas para os desafios econômicos, sociais e ecológicos da Amazônia do século 21, é a proposta que a Academia Amazônia Ensina (AAE) defende como modelo de negócio de impacto.
Segundo professor de Relações Internacionais Ricardo Cabral, as capacidades das Forças Armadas na região amazônica devem ser ampliadas, mas para atender às necessidades internas do país.
A ideia é criar um mercado escalável para o primeiro café orgânico ‘made in Amazon’, aumentando a quantidade de produtores de 40 para 200 nos próximos três anos, podendo chegar a mais de 500 no longo prazo.
A degradação florestal leva à emissão de gases de efeito estufa, a desequilíbrios de água e energia, à perda de biodiversidade e ao aumento da incidência de doenças infecciosas.
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.