Produzido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), Vem Junto 2030 está disponível no Spotify e traz entrevistas sobre estudos e projetos...
Por Maria Luiza Tucci Carneiro, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP
Hoje – com a pandemia ainda crescente provocada...
O filósofo de 91 anos, um dos principais intelectuais brasileiros e especialista em Marx, não abria mão da análise rigorosa e crítica
Nesses tempos estranhos,...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.