O Rio Grande do Sul enfrenta uma das piores tragédias climáticas de sua história, com chuvas contínuas que já resultaram em 24 mortes, 21 desaparecidos e mais de 8 mil desabrigados. Entenda o que a complexa série de anormalidades que causou esse desastre climático e que podem estar sendo cada vez mais normais.
Pesquisadores analisaram oscilações de temperatura e eventos climáticos extremos, constatando que os prejuízos econômicos podem ser 50% maiores do que as estimativas anteriores baseadas apenas em médias anuais. A pesquisa publicada na Nature alerta para a urgência de reduzir as emissões de gases de efeito estufa para mitigar impactos devastadores das mudanças climáticas na economia global.
Prevendo a possibilidade de eventos climáticos extremos com intensidades catastróficas, especialistas estão defendendo a inclusão de uma nova categoria para classificar furacões
“O sucesso dessa transição energética dependerá de colaboração global, investimentos em pesquisa e desenvolvimento, e da implementação de políticas que promovam a sustentabilidade. O futuro energético parece moldado por uma inevitável metamorfose, mas as ações presentes determinarão o quão suave ou tumultuado será esse processo”.
O Rio Grande do Sul enfrenta alertas de temporais intensos e recebe um aporte significativo de recursos federais após desastres que já resultaram em 46 mortes.
“Ainda não se sabe o alcance da próxima seca - que já está confirmada para a Amazônia - pois a ciência ainda não dispõe de instrumentos de precisão nem como estimar os movimentos e intensidade das ações de aquecimento do El Niño. A seca, porém, está prevista para o período 2023-24. Estamos debatendo o assunto, ou já tomamos alguma providência a respeito?”