Os dados são de estudo da Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional) com base nas informações da Escala Brasileira de Segurança Alimentar usada pelo IBGE. A pesquisa não especificou os dados por estados, apenas por região.
O atual cenário global de destruição das florestas tropicais e mudanças no clima tem levado as sociedades a pensar com urgência em novos caminhos de desenvolvimento que contemplem a proteção da biodiversidade e as demandas sociais. A Amazônia aparece com destaque nessa discussão. A região abriga as maiores diversidades biológicas e culturais do mundo, responsáveis por garantir serviços ecossistêmicos fundamentais para o bem estar da humanidade, incluindo a regulação do clima e do regime de chuvas.
Inclusive, os pesquisadores acreditam que esse composto pode garantir uma durabilidade maior, com redução da emissão de CO2, com uma iniciativa mais verde e sustentável.
Além dos resultados econômicos positivos, o relatório mostra que há um enorme potencial de demanda para a silvicultura de espécies nativas brasileiras no mercado nacional e internacional. O estudo parte de estimativas da demanda nacional e global por madeira, que mostram uma grande oportunidade para negócios madeireiros sustentáveis