E não são os nossos índios o problema. Eles próprios se dispõem a participar das iniciativas com seu precioso conhecimento da Amazônia. Podemos entrar com a tecnologia e eles com o conhecimento da harmonização florestal. Afinal eles tem 15.000 anos de relacionamento inteligente e sustentável com a natureza. E quando falo na primeira do plural estou falando em nome de pessoas próximas que topam os projetos de diversificação. Ou seja, nós temos propostas, elas não são novas, são insistentes mas não dependem apenas da nossa percepção e boa vontade. Como diz o empresário Denis Minev, é preciso que o Brasil se comprometa com a nova economia que se organiza pelo interior da Amazônia.
Esse é o segundo encontro dos Diálogos Amazônicos, uma plataforma digital para discutir com toda a sociedade civil organizada temas de interesse do desenvolvimento socioeconômico sustentável da Amazônia Brasileira