“Haverá um colapso nas áreas de TI e Inovação no pós-pandemia”. Esta é a manchete da semana nas mídias que trabalham com as últimas novidades no segmento editorial de tecnologias. O diretor-executivo da Fundação Paulo Feitoza, Luís Braga, reconhece que há uma escassez de profissionais nesta área, entretanto, de forma recorrente, há mais de 10 anos, o planejamento estratégico da instituição prioriza tecnologias
disruptivas como Internet das coisas, segurança cibernética, robótica, inteligência artificial entre outras. E assim se prepara para as surpresas permanentes da Quarta Revolução Industrial.
Nesta quarta-feira, ele abriu sua agenda para conversar com o portal BrasilAmazôniaAgora, no contexto da coluna Follow up. Confira.
“Entretanto, uma postura de inércia, de conformismo e de laissez-faire da política econômica pode permitir que a crise social se agrave ao liquidar empregos...
País foi produtor relevante – mas setor desestruturou-se após adesão ao regime das patentes. Agora, importamos 95% dos ingredientes farmacológicos ativos; também por isso, vacinação é lenta. Mas há saída – e a chave pode ser o SUS
O planeta já havia aquecido cerca de 1,2 °C desde a era pré-industrial, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou oficialmente uma pandemia...
O setor é essencial para a construção da Terceira Via para o desenvolvimento da Amazônia, baseado na economia verde
Por Luiz Roberto Serrano
“Um desafio disruptivo para...
Hoje, esse mercado movimenta cerca de US$ 200 bilhões, sendo que o Brasil tem uma fatia de US$ 300 milhões – um montante pequeno, mas que pode crescer com iniciativas que priorizem a economia verde e a floresta em pé.