Carta de pesquisadores brasileiros publicada na Science contesta a dissociação entre desmatamento e queimadas usada como argumento pelo governo Bolsonaro.
O estudo também mostrou que a maior parte da floresta derrubada em áreas protegidas se concentrou em dez destas unidades, que juntas representaram 86% do total.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.