O incêndio do galpão da Cinemateca Brasileira, com quatro toneladas de acervo, mostra a importância de se preservar a cultura, independentemente de ideologias
Para liquidar...
Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental ingressou com uma ação contra o decreto assinado por João Doria que modificou o sistema estadual de florestas
O governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima), está sacrificando três centenárias e respeitáveis instituições: o Instituto Florestal, extinto pela Lei 17.293/2020, e os institutos Geológico e de Botânica
“Um recurso gerado pelas empresas de Informática, R$992,2 milhões, que deveria ser usado para diversificar e interiorizar o desenvolvimento da Amazônia, onde os IDHs são africanos no pior sentido que se pode dar a esse indicador na Mãe África. A operação para identificar o grave sumiço de uma verba tão essencial não surtiu efeito”.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.