Ao longo de mais de um mês, canais espalharam fake news sobre as vítimas, repetiram falas do governo, criticaram STF e defenderam militares na Amazônia
Telegram
Impulsionados por uma profusão de cliques e remunerados pelas ferramentas de monetização, canais do YouTube se empenham em difundir desinformação sobre Amazônia, mudanças climáticas e a sociobiodiversidade brasileira. E uma das principais fontes da desinformação veiculada por esses canais é o Palácio do Planalto.
Nos Estados Unidos, um comitê do Congresso convidou membros dos conselhos das Exxon, Shell, Chevron e BP para testemunhar no próximo dia 8 de fevereiro sobre o papel desta indústria na crise climática e na disseminação de “desinformação”
“Ora, se o propósito é salvar a Amazônia e se a única maneira de protegê-la é atribuir-lhe atividade voltada ao seu desenvolvimento, o caminho é outro. No Dia da Amazônia, em vez do alarmismo publicitário, por que não promover uma campanha de impacto que obrigue o poder público a investir essa dinheirama - R$ 20 bi/ano, pelo menos, nesta Amazônia social e economicamente empobrecida? Esta é a premissa de construção da Amazônia do futuro, proposta do setor privado para nosso amanhã, e do combate à desinformação e a transformação do espalhafato em informação construtiva a favor do Brasil e de nossa Terra”.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.