Esta entidade, desde seu nascedouro, trabalha em cima de posicionamentos focados no desenvolvimento do Amazonas e na busca de resguardar os interesses do cidadão
Universidade em movimento – a memória de uma crise, livro organizado por Jacques Marcovitch, faz uma narrativa sobre o momento difícil por que passou a instituição mais respeitada do País
Amazonas e São Paulo são os parceiros da hora, curiosamente de uma bioeconomia que ganha outras configurações, e se constituiu com a ascensão e desfecho dos ciclos da borracha e do café
Por que Rondônia, Roraima, Pará, para citar vizinhos, desprovidos de incentivo fiscal, andaram mais rápido na direção de saídas na geração de emprego e oportunidades?
Por que não integrar a arqueologia com os esforços dos bio-empreendedores na linha de sobreviver, consolidar e expandir as intuições e premonições de um novo paradigma civilizatório?
A expansão da Zona Franca não retira empregos do Sudeste. Muito pelo contrario. Amplia encomendas para a indústria paulista, fortalece a segurança hídrica do agronegócio e preserva a floresta que abastece de chuva os reservatórios brasileiros.