“O problema não está na produção de conhecimento, mas na sua aplicação. Falta um esforço coordenado para transformar essas pesquisas em soluções práticas”. N.H.
Niro...
Diante dos desafios globais como as mudanças climáticas, uma pesquisa da USP sugere a adoção de um modelo de governança experimentalista e multinível para impulsionar a bioeconomia na Amazônia. A proposta busca fortalecer cadeias produtivas da sociobiodiversidade – sistema que integra diversidade biológica e sistemas socioculturais – por meio da colaboração entre comunidades locais, organizações da sociedade civil, setor público e iniciativa privada.
O desafio, portanto, não é se a bioeconomia será o futuro da Amazônia, mas como estruturá-la para que seus benefícios sejam amplamente distribuídos – tanto para as populações locais quanto para a economia nacional [...] Se quisermos que a bioeconomia deixe de ser um potencial e se torne realidade, esse é o momento de agir.
"O setor produtivo da Amazônia não pode mais enxergar a sustentabilidade como uma obrigação regulatória, mas sim como um caminho estratégico para a permanência...
A tecnologia e o conhecimento agronômico agora permitem um novo ciclo produtivo, que pode impulsionar a bioeconomia regional, gerar empregos e fortalecer a indústria nacional. Com a Amazônia novamente no centro desse movimento, o país tem a chance de transformar o que foi um drama histórico em um futuro promissor para a economia e o desenvolvimento sustentável.
Borracha
Fevereiro registra melhor desempenho em 17 anos, com 176 mil unidades fabricadas na indústria de motocicletas
A indústria de motocicletas do Polo Industrial de Manaus...
Pesquisa com participação de Paulo Artaxo revela que gotículas de neblina carregam micro-organismos vivos e compostos bioativos, ampliando o papel da atmosfera na dinâmica da floresta.