O que, portanto, nossa generosidade pecuniária pode fazer pelo Amazonas? Tenhamos certeza, seja lá o que for, vai beneficiar também o resto do país, como temos feito historicamente. Desde o Ciclo da Borracha, quando o Brasil recebia da floresta o equivalente ao 45% de seu PIB e já rezava o Pai Nosso do jeito como sempre faz, só até a primeira estrofe. “Venha a nós o vosso Reino”, diria ao Curupira! Até quando?
A batalha é antiga, porém incessante. Dois desses programas estão rodando a duras penas e dependem da burocracia para decolar. Já poderiam ter alcançado as estrelas. Um deles é o de Bioeconomia - nossa vocação natural - e o outro, base da indústria 4.0, é Tecnologia da Informação e da Comunicação. Trata-se de uma teimosia fecunda e promissora saída, se nós, os nativos e os chegados, em mutirão, resolvermos fazer mais por nós mesmos.
A ZFM, desde a sua criação, prorrogações, marco constitucional e diversos altos e baixos, após cada reforma, parece não enfrentar os maiores dissabores em...
“A economia da Amazônia precisa, indubitavelmente, de seus representantes parlamentares para comandar suas instituições estratégicas - como a Superintendência da Zona Franca de Manaus -, com a sensibilidade humana e econômica rigorosamente à flor da pele, norteando seus atos para enfrentar os anti-Amazônia, os pró-destruição da floresta e de seus povos.”
Uma mulher dedicada ao interesse público, muito qualificada e atenta aos desafios da Amazônia: Ana Maria Oliveira de Souza, economista que atua na Superintendência da Zona Franca de Manaus, no espinhoso desafio de administrar os incentivos fiscais em prol do desenvolvimento. Pois bem, esta destacada personalidade foi escolhida pelo novo ministério da Indústria e Comercio, como alguém que, reconhecidamente, conhece a autarquia como poucos e reúne as condições de gestão da Superintendência. Confira a entrevista.
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