Na Amazônia, um fim de mundo sem fim florestal, a melhor maneira de combater a marginalidade, a exclusão e o crime organizado, não há dúvida, é oferecer legalmente alternativas de emprego e renda para a população. Ou existiria outra forma mais a curto prazo de reduzir as inaceitáveis diferenças entre o Norte e o Sul do Brasil? A esfinge nos ajuda a decifrar a Suframa
Entrevista com Sidney Leite, deputado federal reeleito pelo Amazonas
Filho de Maués, terra do guaraná e da etnia dos lendários Sateré-Mawé, Sidney Leite é jornalista...
Isso vai fortalecer e adensar cadeias produtivas e de conhecimento que vão facilitar novas soluções para antigos impasses. Vamos seguir lutando, enfrentando, sempre na perspectiva de vencermos juntos cada etapa na concretização de nossos sonhos comuns, a Amazônia, o Brasil e nossa gente.
O mundo viu o Brasil estarrecido com mais um episódio dramático da brasilidade, dessa vez em plena Amazônia. Precisamos rechaçar este modelo de governança da floresta e de nossa gente que nela vive, e repudiar o abandono de crianças e idosos da nação ianomâmi, vítimas da exploração criminosa do garimpo ilegal em suas terras. A pobreza - como sequela da desassistência - levou à morte centenas de crianças e de adultos, vítimas de doenças trazidas pelos não-indígenas e pelo mercúrio da contaminação mortal das águas. Temos que ouvir o grito dos inocentes e meditar intensamente sobre essa infâmia.