“De quebra, CIEAM 44 anos depois, é a certeza de que é possível gerar a energia limpa e contagiante dos bons propósitos que, por serem comuns, são efetivos na construção de um futuro mais justo e mais próspero que já começou”.
Presidente do Conselho Superior do CIEAM, Luiz Augusto Rocha, se une aos conselheiros da entidade, onde a participação feminina cresce e aparece, e aos responsáveis pelas Comissões Setoriais, para prestar contas e destacar planos da nova gestão.
Abrigando um enorme potencial de desenvolvimento e geração de riquezas a bioeconomia na Amazônia vem se solidificando com uma das grandes bandeiras de construção de um futuro mais sustentável e transformar a vida de milhares de brasileiros
“A entidade CIEAM está escrevendo a história de lideranças empresariais, sacudidas e sustentadas pela insistência de tantos heróis da resistência e suas respectivas comissões, devotadas e compromissada com a base civil, em nome da nova ordem, a justiça social, tendo o progresso econômico e sustentável por finalidade, na direção da prosperidade geral da Amazônia e nossa gente. Longa vida, CIEAM, associados, aliançados e encarregados das múltiplas funções no exercício do protagonismo, da solidariedade e da habilidade de quem escolheu ser e crescer uma entidade em movimento..”
Tranquiliza a todo nós recordar que o relator da Reforma é o senador Eduardo Braga, alguém que está presente, de modo ativo e atento , em todas as discussões e processos de prorrogação do prazo de vigência da Zona Franca de Manaus, momentos de decisão . Essa presença sempre foi muito decisiva nas etapas em que o programa ZFM já estava inserido na Constituição Brasileira de 1988.
Eduardo Braga criou, entre outros programas de suporte ao desenvolvimento regional, o CETAM, Centro de Educação Tecnológica do Amazonas, um mega programa de formação profissional pelo beiradão amazônico. Ou seja, proteção florestal e qualificação profissional com a pegada da sustentabilidade. Mais de dois milhões de jovens qualificados. Não é fácil, todos sabem, mas é possível, disputar mão de obra para os jovens com o crime organizado na Amazônia. Eles não emitem NFe, não pagam imposto nem assinam carteira profissional. E isso precisa mudar.