“Some-se a esse manicômio fiscal existente, as mazelas da educação pública, o baixo investimento em pesquisa, as filas dos equipamentos públicos e a multidão dos esfarrapados que depende dos serviços sociais para sobreviver. Tudo isso, misturado e bombardeado por uma violência sem precedentes, crescimento do crime organizado, entre outras feridas difíceis de debelar. O relator da Reforma Tributária deixa claro em seus depoimentos que os resultados dessa iniciativa vão representar um novo momento de transformação na direção de um Brasil melhor.”
“Hoje o prioritário é ter um foco claro nas pessoas e na redução das desigualdades regionais, nossa grande responsabilidade e oportunidade. Precisamos parar de apagar incêndios dos entraves da competitividade e da insegurança jurídica e começar a fazer obras de longo prazo, inserir efetivamente a ZFM e a Amazônia Ocidental no PAC 2023, para que todos possamos perceber que o Amazonas e a região fazem parte do país, além da mera arrecadação tributária.”
“A rigor, o Fundo de Sustentabilidade da Amazônia já existe. São fundos que já foram criados, são mantidos e legalmente assegurados pela ZFM, mais precisamente pelas empresas do Polo Industrial de Manaus. Eles são focados, de modo especial, na interiorização do desenvolvimento. São repasses que já existem, e faz muito tempo, mas não foram capazes de remover os deploráveis IDHs do beiradão, portanto, ainda não são efetivos. Quando é que vamos parar para por em pauta essa questão?”
“Certamente, as Comissões Setoriais do CIEAM, em linha com as instituições de pesquisa regionais e as estruturas de qualificação e treinamento de SESI e SENAI, historicamente encarregadas dessa tarefa, poderão avançar o desafio da diversificação na cadeia de suprimentos”.