Que 2024 surja renovado de esperanças e construções de consensos mínimos sobre a Amazônia. Que encontremos uma caminhada pela equidade, que demandará esforços onde não sejamos percebidos como atrasados ou condenados ao atraso, mas como iguais que precisam superar as curvas da história e dos rios, atrás de uma sustentabilidade verdadeira e de um caminho menos destrutivo da natureza, aprendendo com os erros do passado nacional que destruiu e destrói tanto para tão poucos.
“A combinação de recursos financeiros diversificados, parcerias estratégicas com instituições de pesquisa e desenvolvimento, e empreendimentos sustentáveis pode ser a chave para um futuro próspero e ecologicamente responsável na Amazônia. É abraçar ou largar, em definitivo, Brasil!”
Em uma decisão que acende o debate sobre desenvolvimento e preservação ambiental, a Câmara dos Deputados, na noite de terça-feira (19), aprovou um projeto...
"Ore como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como tudo dependesse de você". Orar e trabalhar, incessantemente, deveria também ser o lema de quem empreende na Amazônia, mais precisamente, na Zona Franca de Manaus, tal o clima de insegurança jurídica que não nos deixa trabalhar em paz.
"Um interior pobre não permite que um estado seja justo e próspero. Os próximos 100 anos de Samuel começaram a ser contados, e o futuro da Amazônia dependerá do que possam fazer as crianças de hoje, já que a atual geração mal enxerga 2024. O mestre fez, e bem, a parte dele."