Que a energia dos jovens cientistas, a sabedoria dos povos da floresta e a indignação de quem vive os dramas da saúde pública amazônica se convertam em mobilização. O dado pode ser frio, mas sua organização em favor do bem comum é o que torna possível políticas quentes — humanas, eficazes, justas. Porque cuidar da Amazônia é, antes de tudo, cuidar de quem vive nela.
Uma pesquisa da Bain em cinco países mostra que 90% dos brasileiros se dizem preocupados com o ambiente. Com dois selos amazônicos em construção, o desafio de quem vende a origem da floresta deixa de ser convencer e passa a ser explicar.