O Brasil não terá apenas Bolsonaro como representante nacional entre os participantes da cúpula climática desta 5a feira. Segundo Jamil Chade informou no UOL, o...
Como diz o clichê, seria cômico se não fosse trágico. Na Folha, Marina Dias deu detalhes sobre uma reunião recente entre Ricardo Salles e representantes...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.