Francisco disse esperar "respostas eficientes" e "esperança concreta"
O papa Francisco fez um apelo aos líderes mundiais presentes na cúpula da COP26 da Organização das Nações Unidas...
Depois de um ano de frustração com as Forças Armadas no combate às ilegalidades ambientais na Amazônia, o governo Bolsonaro autorizou nesta 5ª feira (29/4) o...
Se Bolsonaro esperava convencer alguém em Washington da disposição do governo brasileiro no combate ao desmatamento na Amazônia, foi em vão. Biden até citou...
Criticado mundialmente pela aceleração da destruição da Amazônia, o Brasil está acompanhado por parte dos países ricos no descumprimento das metas ambientais firmadas no...
Os governos dos EUA, Reino Unido e Noruega aproveitaram a Cúpula Climática para lançar uma nova coalizão com o objetivo de oferecer financiamento para...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.