Essa prática tradicional permite a produção da erva-mate, utilizada para chimarrão, tererê e mate, de forma integrada e harmoniosa com outras espécies florestais, frutíferas e medicinais da região.
O aporte de R$ 300 milhões confirma a capacidade de Manaus para receber empreendimentos de alta complexidade. O passo seguinte é organizar uma política de atração de investimentos que conecte o Polo Industrial à biodiversidade, à pesquisa científica e às economias do interior.