Deixar de enfrentar a crise social brasileira com determinação política, numa atitude de complacência neomalthusiana, é abrir espaço para o avanço da fome entre os pobres e os miseráveis.
O fundamentalismo de mercado se exprime nas atitudes dos que creem na capacidade dos mercados, quando livres de regulamentações governamentais, de garantir o máximo de prosperidade econômica e de bem-estar a uma sociedade.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.