Mesmo no cenário mais conservador, cada estado da região da Amazônia Legal poderia arrecadar cerca de 1,4 bilhão de dólares por ano em créditos de carbono.
Números de um levantamento do Idesam revelam que há desafios importantes para territórios coletivos gerarem créditos de carbono e também se beneficiarem dos recursos.
Com a restauração de até 50 mil hectares de áreas da Amazônia previstos pelo programa, estima-se a captura de aproximadamente 15 milhões de toneladas de carbono, que promovem créditos de carbono para o mercado.
Além do desmatamento zero, o governador do Estado também destacou a importância das populações ribeirinhas e tradicionais na construção de políticas ambientais eficazes.
"O mercado jurisdicional de carbono do Amazonas se apresenta como mecanismo potencial de superação da retrógrada concepção de que a dilapidação florestal interessa mais...
Em estudo recente publicado nesta quarta-feira (12), dados do Imaflora apontam que a preservação é muito mais rentável do que o desmatamento no Amazonas