Embora ainda haja muitas perguntas em aberto sobre o coronavírus que parou o mundo há quase um ano, cientistas conseguiram neste período correr contra...
A vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica norte-americana Moderna se tornou a segunda a receber a aprovação do órgão regulador de medicamentos da Europa, nesta quarta-feira...
O general de Exército Geraldo Antonio Miotto, ex-comandante do Comando Militar da Amazônia (CMA), internado com Covid-19 desde o dia 1º de dezembro em...
BRASÍLIA – O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou nesta quinta-feira, 17, governadores e prefeitos a comprarem vacinas contra a Covid-19 registradas por...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.