Preparar pessoas para os desafios econômicos, sociais e ecológicos da Amazônia do século 21, é a proposta que a Academia Amazônia Ensina (AAE) defende como modelo de negócio de impacto.
Unidade não exige pensamento uniforme. Exige apenas maturidade suficiente para reconhecer que certos desafios são maiores do que qualquer grupo, governo ou instituição.