“Se existisse um espírito liberal pelo Brasil, deveriam existir ações no sentido de criar condições econômicas para a Amazônia e não ao contrário: retirá-las. Defender este pseudo-liberalismo é como defender que a terra é plana.”
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas