Em nota, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência diz que os retrocessos e fragilidades da proposta já foram “amplamente apontados pela comunidade científica”
Mais de 150 pesquisadores de vários países se juntaram para fazer o mais completo levantamento georreferenciado global sobre árvores até hoje.O estudo revelou que...
Estudo da USP analisa a coloração dessas vespas pelas Américas e mostra que características morfológicas podem estar sob influência de fatores climáticos
Submissão pode ser feita até o dia 30 de setembro
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Ministério da Ciência, Tecnologia...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.