Nesse contexto, a insensatez do imperativo da desindustrialização, à exceção da agroindústria das commodities brasileiras, se torna clara. Nós conquistaríamos prioridade na oferta de alimentos, em compensação vamos ajudar a resgatar a cadeia asiática de suprimentos em todo seu esplendor mandarim. Em tempo, a inserção da Bioeconomia, pelo que está escrito no Plano Diretor da Embrapa para 20/30, será pinçada sempre e quando desenvolver sua inovação nanobiotecnológica voltada para o bioma cerrado. Não para o imensurável banco de germoplasma da Amazônia. É o que está acordado.
Novamente estamos no contrapé: destrói-se mais um pouco da indústria nacional, com uma abertura sem benefícios, enquanto o mundo se fecha e despeja dinheiro em suas economias, nós fazemos o oposto.
Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, soja, algodão, milho, boi gordo e trigo tiveram as maiores altas entre os 15 principais produtos agropecuários brasileiros.
De acordo com o anúncio da Petrobras, a variação é resultado “da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio”.
Os trópicos perderam 12,2 milhões de hectares de cobertura arbórea em 2020, de acordo com dados da Universidade de Maryland divulgados hoje no Global Forest Watch.