A economia, ora em vigor no Amazonas e que se expande para a Amazônia Ocidental mais Amapá, está fundada numa compensação fiscal que utiliza 8% de todo o pacote de isenções fiscais do Brasil.
Enquanto a eleição se ocupa do próximo mandato, o El Niño, o desmatamento e os eventos extremos já cobram do país uma fatura bilionária em alimentos, saúde, transporte, energia, educação e infraestrutura