Num dia histórico para o Amazonas, dois eventos de grande relevância marcaram os caminhos do desenvolvimento sustentável da região. Em Brasília, o senador Eduardo...
A Zona Franca de Manaus está em uma fase de transformação e retomada, marcada pelo compromisso com um modelo de desenvolvimento sustentável e diversificado....
Fora da sustentabilidade não há futuro próspero para o Amazonas. Teremos que ter cuidado apenas para não pintar de verde mais destruição, mais desrespeito...
Se adubarmos o instinto da contenda, vamos semear ventos e colher tempestades. Mas se fortalecemos o que nos une mais facilmente vamos comunicar/consolidar nossos...
O Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam) se reúne nesta terça-feira (26/10), às 10h, para deliberar sobre pauta de investimento estimado em R$ 1,3...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.