Aqui na Amazônia é diferente. Criamos o hábito de afirmar que estamos numa região rica, mas que, em verdade, passa fome. Pior do que ter a felicidade sempre entregue para o futuro é afirmar que vivemos na riqueza, enquanto passamos fome no presente. Entretanto, se há vida, há esperança. Precisamos começar um ano com esperança.
Biólogo norte-americano, conhecido pelo trabalho de mais de 50 anos na Amazônia, faleceu neste sábado (25/12), em Washington (EUA), onde morava com a família.
Quem sabe esta é a bela semente para 2022. Desistir de tudo o que fizemos até agora e começar a caminhar na direção certa. O caminho incluirá respeito pelas pessoas e suas vidas, respeito pela ciência, tecnologia e proteção ao meio ambiente. Tudo isso será temperado pelo empreendedorismo sustentável e local.
Temos a oportunidade de definir os padrões globais para isso, com métricas e selos que advenham das nossas características e modelos de negócios. Parece...
A pesquisa da USP foi feita com 5 mil pessoas em todo o país, a maioria mulheres entre 25 e 35 anos de idade e com renda entre quatro e dez salários mínimos.
A ciência moderna foi inaugurada, de certa forma, com a famosa frase de Galileu Galilei (1564-1642): “o grande livro da natureza foi escrito em língua matemática e seus caracteres são triângulos, círculos e outras figuras geométricas”. O mais importante nesta definição é que a natureza está posta e dada diante de nós como puro e passivo objeto, à espera de nossa capacidade interpretativa.