Por André Francisco Pilon, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP
Acadêmicos, consultores científicos, burocracias especializadas poderiam contribuir para que o público em geral...
A pandemia de COVID-19 evidenciou com clareza a necessidade e a possibilidade de compartilhamento de dados e informações, colaboração científica em escalas local, nacional...
Enquanto a floresta não trouxer prosperidade para os Amazônidas e simultaneamente auxiliar o mundo a enfrentar o problema do aquecimento global, não teremos encontrado...
O espaço Laboratório do Impossível será dedicado ao desenvolvimento do pensamento crítico e à discussão sobre a relação entre ciência e crença
É possível explicar...
Entre agosto de 2020 e julho de 2021, INPE mediu 8.531 km² de desmatamento no bioma, maior cifra desde 2015. Números foram divulgados no apagar das luzes de 2021
Em 1998, iniciamos a construção do CBA, Centro de Biotecnologia da Amazônia, com os recursos das empresas pagos à Suframa. 22 anos depois, com investimentos de US$120 mi, ainda não temos CNPJ, que nos permitiria inaugurar o polo de Bioeconomia. Com ele, em 10 anos, dizem os especialistas, estaríamos produzindo e exportando produtos da biodiversidade amazônica dentro do parâmetro de sustentabilidade que usamos há meio século para gerar empregos e proteger a floresta. Bioeconomia supõe manter a floresta em pé com os recursos da Ciência e Tecnologia, com os quais produziremos em laboratório os itens que a humanidade precisa