Por isso, na condição de cidadão amazonense e amazônida, reiteramos o apelo e reafirmamos o compromissos, que deve ser de todos nós, aqui incluindo o setor produtivo, para que esta lei seja cumprida. É injusto e imoral olharmos em torno da paisagem socioeconômica e não sabemos aonde foram aplicados tantos recursos - capazes até de uma revolução social, econômica e ambiental em um novo paradigma de prosperidade de nossa gente. Calar-se ou acomodar-se, em última estância, significa compactuar com essa ilegalidade inaceitável. Já passou da hora, portanto, de corrigir a desordem e brecar esta caminhada ao arrepio da lei.
Quem vai sair ganhando com isso, com esta ampliação do parâmetro urbano, turístico e socioeconômico? Com certeza todos, especialmente o necessário incremento do exercício da cidadania. É o que dá a conjugação do verbo acreditar e construir na primeira do plural.
Os antigos livros escolares não poupavam adjetivos para enaltecer a princesa Isabel (1846-1921 Como 13 de maio e princesa Isabel perderam espaço com redescoberta...
Nesse contexto, a insensatez do imperativo da desindustrialização, à exceção da agroindústria das commodities brasileiras, se torna clara. Nós conquistaríamos prioridade na oferta de alimentos, em compensação vamos ajudar a resgatar a cadeia asiática de suprimentos em todo seu esplendor mandarim. Em tempo, a inserção da Bioeconomia, pelo que está escrito no Plano Diretor da Embrapa para 20/30, será pinçada sempre e quando desenvolver sua inovação nanobiotecnológica voltada para o bioma cerrado. Não para o imensurável banco de germoplasma da Amazônia. É o que está acordado.