Tag: Castanha

Sedecti capacita setor para gestão de agroindústrias comunitárias de castanha do Amazonas

“Não se trata apenas de produzir a castanha. É preciso toda uma estrutura e gestão para que se possa trabalhar com o desenvolvimento sustentável, além de usar ao máximo a Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), inclusive, na administração em prol de todos os membros das associações e cooperativas. Estamos em um momento importante de mudar a cultura, porque o Governo do Estado se interessa muito pelo interior, pelo setor primário, no sentido da interiorização do desenvolvimento”, reforçou o secretário.

Estudo do Instituto Escolhas traz propostas para impulsionar pesquisa e inovação por meio do uso sustentável da biodiversidade brasileira

Documento sugere alterações no marco legal e regulatório para incentivar o acesso ao patrimônio genético e conhecimento tradicional associado

Açaí e castanha são alternativas ao desmatamento na Amazônia

Apesar das muitas dificuldades, que incluem desde as longas distâncias a serem percorridas e a infraestrutura de transporte precária até a informalidade, o açaí...

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A bioeconomia movimenta cerca de 2 trilhões de euros e gera 22 milhões de empregos no mundo todo.

Desmatamento ameaça castanha-do-Brasil, semente nativa da Amazônia

Com expectativa de vida que supera os 500 anos, castanheiras figuram lista de espécies vulneráveis à extinção A trabalhadora rural Leide Aquino, de 53 anos,...

Grandes Empreendedores e Pioneiros da Amazônia – Capítulo II

“Não se criou ainda, no Brasil, uma consciência, fora do emotivismo ou do sensacionalismo de romance e de jornal, elaborada com serenidade e com realismo acerca da Amazônia. Temos preferido conhecê-la, quando não nos deixamos dominar pela frase macia, as sentenças euclidianas, pelas mãos dos homens de ciência do estrangeiro, que não se cansam de frequentá-la e de investigá-la com os propósitos de bem servir ao conhecimento humano, mas, também, aos interesses políticos de suas pátrias”.

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O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.

Terra Indígena Apyterewa: desmatamento caiu de 102 km² para 7,5 km² após a retirada de invasores

Terra Indígena Apyterewa reduz o desmatamento após desintrusão, mas ameaças e risco de novas invasões ainda preocupam o povo Parakanã.

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