“Quando falamos em proteína alternativas, significa alternativas para as proteínas de origem animal. Trabalhamos para promover três tecnologias e uma delas, que é o objetivo desse edital, são as proteínas vegetais, ou melhor, feitas de plantas. Para começar, selecionamos quatro espécies nativas da Amazônia: o babaçu, a castanha-do-Brasil, o cupuaçu e o guaraná. Queremos agregar valor a esses produtos”, revelou a engenheira Katherine de Matos, do Good Food Institute Brasil (GFI)
“Dou o exemplo de quatro cadeias produtivas que trabalhamos hoje: do pirarucu, do cacau, do açaí e da castanha do Brasil, ou do Pará. Essas cadeias estão relativamente organizadas e têm uma produção significativa de recursos. Elas podem representar o começo efetivo de plataformas de negócios e oportunidades com possibilidades excelentes de geração de emprego.“
Com expectativa de vida que supera os 500 anos, castanheiras figuram lista de espécies vulneráveis à extinção
A trabalhadora rural Leide Aquino, de 53 anos,...
No Amazonas, a economia do Polo Industrial de Manaus se tornou fonte quase única da sustentabilidade social. Poucas atividades empreendedoras merecem qualquer destaque nas...
“O importante é ressaltar que, após dezenas de anos de pesquisa, experimentação e tentativas no campo, os trabalhos dos órgãos de pesquisa e de desenvolvimento ambientais associados a trabalhos de campo com técnicos persistentes, DOMESTICOU a espécie Bertholletia excelsa HBK, garantindo a sua sobrevivência e evitando a sua EXTINÇÃO. Atualmente, estamos trabalhando na Reposição Florestal com outras espécies além da Castanha-do-Brasil.”