"A Amazônia está de portas abertas para quem se dispuser a somar e adicionar efetivas contribuições para decifrar nosso precioso enigma, transformando nossas potencialidades...
A solução definitiva para a Amazônia é a prosperidade verde. Começando de onde a governança do passado falhou. A Amazônia não pode ser tratada como problema de árvore, de polícia ou de pobre. Ela precisa ser vista como uma oportunidade que o destino generosamente colocou diante de todos nós, para refazer o futuro. Na Amazônia, o Brasil tem a rara chance de implementar um grande projeto produtivo, tecnologicamente avançado, socialmente includente e verde.
A melhor compreensão do processo de globalização das águas irá permitir que governos, empresas e consumidores possam contextualizar melhor a sua responsabilidade social e suas políticas (alocativa, distributiva, regulatória, conservacionista) de sustentabilidade desse recurso ambiental. Como já dizia Guimarães Rosa: “A água de boa qualidade é como a saúde e a liberdade, só tem valor quando acaba”.
“Ora, nossos cientistas, também eles oriundos da floresta, ou por ela qualificados, já descobriram que a revolução industrial da Amazônia passa por um namoro, noivado e casamento entre a tecnologia da informação e a bioeconomia da pesquisa prioritária de nossa diversidade biológica. Talento e paixão não nos falta, apenas a capacidade de revolucionar a matemática para demonstrar que a divisão de esforços é capaz de multiplicar talentos e soluções a partir de nosso chão, seja biótico e/ou fabril.”