Mineração e bioeconomia são pautas de pirotecnia messiânica de sucessivos governos que não transformam narrativas em iniciativas. O problema, porém, não está com eles, está em nós, em nossa dificuldade atávica e inexplicável de escrever, preparar e construir a partir de hoje a resposta à indagação fundamental de como será o amanhã da Amazônia.
O amazônida tem mentalidade engenhosa, capacidade de combinar inteligência, força e inspiração para promover um movimento de renovação com pensamento de longo prazo, estruturando meios e alinhamentos necessários ao desenvolvimento socioeconômico sustentável.
Desafios
O ministro Alckmin, da Indústria e Comércio, compreendeu rapidamente o paradoxo e o constrangimento que essa contradição do dever omitido representa. Compreendeu, também, que no traçado da Rodovia BR-319, que já ligou Manaus ao resto do país, existem, também em abundância, uma centena de espécies de palmeiras oleaginosas, segundo pesquisadores do INPA, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Isso significa um tesouro biológico de inestimável valor.
CBA
Geraldo Alckmin esteve em Manaus e visitou um dos maiores projetos estratégicos para o desenvolvimento da região, o Centro de Biotecnologia da Amazônia e reforça a intenção de utilizar a enorme biodiversidade da floresta para impulsionar o desenvolvimento sustentável e trazer investimentos ao país.
“Por que, então, nossas entidades não reforçam as iniciativas institucionais de mobilização regional, criando uma instância de luta política com uma frente ampla do...
A bioeconomia pode ser uma oportunidade para a Amazônia desenvolver suas riquezas biológicas de forma sustentável, ajudando a preservar a biodiversidade da região
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